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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Pedreiro e sua Obra


O pedreiro e sua obra (by Kraudião)


Somos ainda pedra bruta quando:
Temos mais vícios dominantes que virtudes,
Eles nos atrasam em evoluir quanto às ações diárias,
Cúmplices diretos pelo caos interno que vai afetando o social,
Resistentes sistemáticos em buscar transformações pessoais,
Desconhecemos que existem Leis Naturais que Regem o Universo,
Omissos e preguiçosos em não buscar desbastar nossas arestas grosseiras,
Fanáticos na ciência ou religião por acreditar que somos potências intelectuais,
Irresponsáveis por acreditar que existe apenas uma única vida e devemos aproveitar toda a materialidade nela existente.

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Já evidenciamos certo grau de evolução quando pedra cúbica:
 Iniciamos conscientemente e continuamos na senda da espiritualização.
Construímos permanentemente um sólido de templo de virtudes depois de cavar masmorras aos nossos vícios.
Trilhamos no caminho da retidão de forma livre, fraterna e igualitária na manutenção dos bons costumes da sociedade.
Somos aprendizes e companheiros esforçados em contribuir para ser e torna cada vez mais feliz a humanidade com um todo.
Aprendemos como ninguém a ser senhor e líder absoluto do nosso próprio mundo interior em função da sabedoria adquirida.
Labutamos continuamente para que não sejamos iludidos por dogmas, doutrinas e/ou sistemas que queira escravizar nossa consciência.

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Enfim, evoluímos por completo da materialidade condensada quando nos tornamos forma esférica mais que polida em perfeição:
Adquirimos o direito de ir e vir ao infinito imensurável sem resistências das Leis de Atração e Repulsão, Coesão e Afinidade.
Perdemos a noção de espaço e tempo porque ganhamos sentimento desperto em nossa alma autoconhecida.
Somos mestres em nossas condutas pelo sentir, pensar e agir perante a vida que se apresenta com diferentes lições do viver.
Certificamos pela auto-realização de que o caminho da iluminação é a ciência utilizada para alquimia interior de evolução abreviada.
Gradativamente aumentamos a velocidade, inicialmente rolando sem atritos individuais e coletivos, até atingir a velocidade da luz.
Praticamos a onilateração como forma de motivar e atrair nossos semelhantes para um mergulho intenso, profundo e consciente no autoconhecimento.


Salvador-BA, 25 de Agosto de 2014.